Quando eu verbalizo sentimento com certeza já não é forte, nem importa.
Vivencio reencontro comigo e miro meu nebuloso e louco infinito interior.
Vivencio reencontro comigo e miro meu nebuloso e louco infinito interior.
É um mistério, em virtudes e defeitos, e vez em quando me surpreendo.
Temo minha própria força, envolvimento e transe no pensar e no sentir.
Intensa nos segredos, me tranco com chaves dos sete pecados capitais.
Felinamente, deito, enrosco, deslizo, me esfrego macia, nas almofadas.
Permaneço inerte, como serpente quando namora e prolonga sensações.
Autoanálises deixam minha alma em carne viva, ou perfumam meu ego.
Os resultados estão diretamente ligados às condições meteorológicas.
E também dependem das ordens e desordens domésticas e financeiras.
Chuva oxida meu humor; casas e pessoas desorganizadas o destroem.
Finalmente, sem verba, fatalmente não enfeito ou sublimo vida e lida.
Chove no Recife, toda noite, irritantemente. E ninguém sabe o motivo.
Lá pelas 10 e tantas das manhãs, o sol dá o ar da sua graça e brilha.
Indignada, chata, olho pra ele, murmuro: -já brilha tarde, meu nego!
Às vezes ouve e se esconde nas nuvens, o Astro Rei também covarde.
O "também é covarde", refere-se à minha deprê e reprimida pessoa.
Escrevo e observo, iritada, meu lar e meu povo. Desorganizadíssimos!
Escrevo e observo, iritada, meu lar e meu povo. Desorganizadíssimos!
Medrosa, me calo. Um a zero para o pudor de ser ou parecer severa.
Resumo D'Ópera:-ultimamente reais não tenho e ácido é meu juízo.
Aí, fico quieta, mandrake... Serpente no cio, deixo o amor acontecer!
Resumo D'Ópera:-ultimamente reais não tenho e ácido é meu juízo.
Aí, fico quieta, mandrake... Serpente no cio, deixo o amor acontecer!
BakAninha D'Poço/D'Pipa
Bailarina aos 2 anos/Voando aos 28.
De óculos aos 59/ Depois? Odara!
De óculos aos 59/ Depois? Odara!


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