Pandemônio no eleger prioridades.
Subserviência e muita impaciência.
Os pre e pósconceitos reassumidos.
A covardia domina no sinal amarelo.
Evitar os precipícios, saltos mortais.
Consumida, consumada, sem prumo.
Buscar o verde é uma livre bandeira.
Cuidado e respeito aos rubros sinais.
Fascinantes os novos velhos perigos.
A bússola sem norte, é pista segura.
A curva fechada é fatal; feia e escura.
Parar, estacionar, tudo muito devagar.
Velocidade, marasmo, o louco alternar.
Urgente abrir ou quem sabe escancarar.
Medo das ruas, de pessoas nuas, cruas.
Viver a hora, agora, do nada acontecer".
BakAnynha
Amora (Renato Teixeira)
"Depois da curva da estrada
tem um pé de araçá
Sinto vir água nos olhos
toda vez que passo lá
Sinto o coração 'frechado'
cercado de solidão
Penso que deve ser doce
a fruta do coração
Vou contar para o seu pai
que você namora
Vou contar pra sua mãe
que você me ignora
Vou pintar a minha boca
do vermelho da amora
que nasce lá no quintal
da casa onde você mora"
Para "Amorynha"
Menina Querida Trelosa
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