Então chegou meu abril, cheio de azul, transbordando anil
Não me fiz de rogada, usei verde natureba e amarelo sol
Um escândalo, pecado, ironia cruel do Destino; mea culpa.
Não deixei de desfrutá-lo, nem ele de mim; azulzinha soul
É gente minha; estava a merecer pouquito de paz e amor
Beliscar pitada de alubramento, dose dupla de alienação
O coquetel me inebria, mas a realidade me quer de volta
Não nego! Recife, aqui vou eu! Bem triste e tensa...
Retomo a minha antiga conhecida e odiada estaca zero
Vai passar esse "espicha/encolhe" um dia? Seilá, seinão
Tem sido sina, saga; cansada me calo, consinto
BakAnynha (Japaratinga)

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